segunda-feira, 24 de maio de 2010

CAPÍTULO 3

Meu sonho foi calmo, com nenhum garoto sombrio, mas sim com a dupla Winchester o que valeu a pena.

Senti que
estava sendo balançada e abri os olhos para ver que era o infeliz que tinha tido a coragem de me acordar quando eu estava tendo um sonho tão bom, porque quando estou tendo um pesadelo ninguém vem me acordar.Olho e vejo que os três estão do meu lado me cutucando.

- Que é?


- Nossa, pensei que não fosse acordar mais - brincou Sam.


- Também depois daquela pipoca assassina não duvidaria nada se ela tivesse tipo uma indigestão das bravas - nem preciso dizer quem falou isso,
?

- Cala a boca, minha pipoca não é assassina. Se você se desse ao trabalho de prová-la concordaria com isso.


- Ah, terminem essa
discusão de casal depois, e... Para!Para!!! - Sam começou a gritar e tentar desviar dos meus tapas sem ter tempo de continuar o que estava dizendo.

Assim que me senti satisfeita, parei e o encarei.


- Pronto pode continuar o que estava dizendo, mais sem nenhum comentário sobre mim.


- Então, como estava falando antes de ser interrompido, te acordamos porque vai abrir uma
mega livraria essa noite e como sabemos que você adora ler queríamos te levar conosco.

-
Ok, só um momentinho - disse enquanto ia pegar minha bolsa e o cartão de crédito da minha mãe, que ela tinha deixado comigo para alguma necessidade.

Arrumada
enrosquei meu braço do de Nica.

- Vamos, você também vai vir? - pergunto me dirigindo a Adam.


- Claro, o que mais eu vou
fazer nessa casa sozinho?

- Poderia te dar várias respostas - respondo.


Ele fica me encarando mais de meio minuto em silêncio.


- Você que perguntou, eu não tenho culpa.


Ele só balança a cabeça em resposta, mais eu não to nem ai, e começo a empurrar Nica pra fora da porta.


Quando entramos na loja parei para respirar, quando Sam disse que era uma
mega loja, ele não tinha exagerado, era uma daquelas lojas que minha mãe teria feito de tudo para esconder de mim, pois saberia que eu gastaria todo seu dinheiro ali.

Me separei dos outros e fui procurar onde tinha os livros de TERROR/ROMANCE. Chegando naquela ala, paro pela segunda vez desde que entrei nesta loja, só que dessa vez não foi por alegria, foi por terror, susto e um pouco de curiosidade.


Na minha frente estava uma figura
encapuzada e algo me dizia que era a pessoa do meu sonho.

Eu estava
paralisada, não conseguia me mexer, nisso acho que ele percebeu que havia outra pessoa além dele ali, e se virou para me olhar nos olhos.

Preciso dizer uma coisa muito importante, sei que estou na presença de um cara que eu pensei que fosse fruto da minha imaginação e ele poderia ser
perigoso e tudo mais, mas eu não sou tão tapada assim, e OMG, ele era lindo, acho que lindo é pouco para descrever o Deus grego que estava parado na minha frente e vindo na minha direção. Enquanto caminhava até mim, parecia estar me olhando com a mesma intensidade que eu.

- Ora, ora, parece que tudo esta acontecendo como previsto, desta vez eles capricharam na vitima, estou quase com dó de você pelo destino que te espera.


- Quem é você?


Agora ele já estava atrás de mim, e respondeu a minha pergunta sussurrando no meu ouvido, me mandando calafrios por todo o corpo.


- Sou o garoto dos seus sonhos ora essa. Tudo ao seu tempo minha pequena
garotinha, logo, logo, saberá quem eu sou e porque estou fazendo is...

- O garoto da capa, será que dá pra vim aqui terminar seu
serviço - disse uma voz fina vinda de lugar nenhum.

- Mas...


- Olha aqui, se você continuar me provocando eu te mando de volta pro inferno, seu idiota - sua voz ia ficando mais clara a cada segundo e de repente do nada aparece uma mulher vestida com um vestido antigo e um chapéu de bruxa em cima de seu lindo cabelo ruivo. Percebendo que o 'garoto da capa' não esta sozinho ela se vira para mim e me olha dos pés a cabeça.


- Vejam quem é, ainda não fomos apresentadas, sou Aurora e você deve ser Ágata a garota que esta distraindo esse aqui - ela aponta para meu
príncipe sombrio - se você não parar com isso, te transformo em sapo agora mesmo, entendeu?

Só consegui acenar diante daquela cena bizarra.


- Agora vamos você tem muito o que fazer - dizendo isso ela agarrou o braço do garoto e os dois sumiram juntos segundos depois, mas não antes dele, sem ela
perceber, jogar um livro pra mim.

Adivinha que livro era?Isso mesmo, o do sonho, que tinha o corvo e as
pétalas, olhando atrás do livro, não tinha nada a não ser o preço que aquela coisa tinha colocado, e p*** merda, eu iria precisar pagar com o cartão de crédito, porque isso obviamente era uma grande necessidade.

Fui pagar e meus amigos já estavam me esperando na porta.


- Por que demorou tanto? - Nica pergunta cansada pela demora.


Nada demais, só que sabe aquele cara que eu sonho, aquele que eu te contei todo sombrio, acabou de aparecer pra mim, junto com uma espécie de bruxa.


- Nada não só estava indecisa - foi essa a resposta que eu dei
óbvio.

Dessa vez só eu e Nica fomos para casa, os garotos foram abrir uma
barraquinha de cachorro-quente na feirinha da cidade, pra ver se ganham algum dinheiro. Chegando em casa fui direto pra cama ler o livro.

Quando abri a primeira página encontrei um bilhete, que estava escrito:


Não pense que sou seu amigo, porque isso é uma coisa que nunca vai acontecer,

só estou fazendo o favor de lhe entregar este livro, porque capaz de também me libertar
e conseguir todo meu poder de volta, enfim, este livro lhe mostrará o que esta acontecendo contigo, mas quando eu sair se salve pois se eu te pegar, não vai haver onde se esconder.
_Por enquanto prefiro não lhe dizer o meu nome, deixarei você um pouco curiosa.

Alguém pode me explicar que merda esta acontecendo?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Capítulo 2

Após cinco minutinhos de descanso tranquilo começo a me aprontar, tomo banho, ponho uma camiseta e jeans folgados, juntamente com meu all star. Desço e tomo meu café da manhã, enquanto Monique ainda dorme.
Quando cheguei no quarto já passava das sete da manhã, se ela não acordasse logo chegaríamos atrasadas.
- Nica, acorda logo, vamos lá! - falei mexendo-a.
- Saí, deixa eu dormir em paz - respondeu meia grogue.
Tudo bem, se não fosse por bem ia ser por mau. Peguei meu celular e pus em uma das músicas que tinha mais gritaria, que por acaso é uma daquelas que ela totalmente detesta, coloquei o som em seu ouvido e apertei o play, uma música do Sex Pistols começou a tocar, na mesma hora ela pulou da cama de susto, acordando de uma vez.
- Puxa vida, um dia você ainda vai me deixar surda.
- Continue com suas esperanças, quem sabe um dia eu não lhe faça esse favor?
Mais tarde encontramos os garotos na frente do colégio, estavamos finalmente saindo de lá, depois de um ano inteiro de sofrimento, as férias chegaram.
Pegamos um ônibus para o centro da cidade e fomos andando até a casa, que como eu disse, ficava bem perto dali.
Quando chegamos, ficamos paralisados ao olhar a casa que o pai de Adam tinha arranjado para nós, parecia que se uma pena caísse em cima, ela desabaria. Pelo visto, o mau de não gastar dinheiro foi passado de pai para filho, nós quatro poderíamos ter juntado todo nosso dinheiro e alugado uma casa melhor que essa, notando que estamos todos falidos.
- Legal, não é? - Vini pergunta. Olho de cara feia pra ele. - Que é?A gente nem vai ficar muito tempo aqui mesmo, vamos ficar mais na cidade, então por que gastar com uma casa toda luxuosa se não iriamos passar todo nosso tempo lá?
Só rolei os olhos pra ele e comecei a entrar na casa, o que não deu muito certo, pois a porta estava emperrada e não queria abrir, comecei a socá-la e chutá-la até perceber que não estava adiantando nada e chamei ajuda.
- Será que algum dos cavalheiros poderia me dar uma mãozinha?
Olhei para eles, Sam estava muito ocupado, conversando com cara de bobo com Nick para prestar atenção em qualquer outra coisa a não ser em minha melhor amiga, olho para o outro lado e vejo Vini descansando em uma pedra.Com o dedo indicador o chamo para mim.
- Quem? Eu?
- Você mesmo. Agora.
- Já está com saudades? - pergunta quando chega perto de mim.
- Vai sonhando. Será que dá pra me ajudar a abrir a porta?
- Com todo prazer.
Ele pega a fechadura com uma mão, a gira e a porta se abre misteriosamente sem nenhuma dificuldade. Não posso acreditar naquilo.
- Não vejo nenhum problema com a porta, admita, só me chamou aqui porque queria ficar perto de mim.
Me limito a encará-lo de cara feia.
Entro na casa, mas antes de ir para os quartos começo a reparar que o interior não estava muito melhor que a faixada.Uma coisa boa nisso era que cada um teria seu próprio quarto, peguei o que tinha a vista para o parque de diversões que iria ser reaberto daqui alguns dias, estou louca pra ir lá, parece que o parque é mau assombrado, a história é que um homem morreu no trem fantasma por um monstro que tinha se tornado vivo, ou um morto-vivo se você pensar bem, sei que é besta mas sempre tive um fraco por parque de diversões, adoro eles desde pequena, quando minha mãe ainda me levava.
Depois de todos já estarmos acomodados, Sam avisa que vai dar uma volta na cidade e pergunta se alguém quer ir, Monique como sempre já estava ao seu lado em um piscar de olhos.
- Eu não vou ir, não dormi bem está noite e queria aproveitar para tirar um cochilo - digo meia sonolenta.
- E eu vou ficar aqui cuidando dela, pelo menos se a casa cair eu posso tirá-la daqui antes que seja espremida - mostrei a língua para Vini.
Depois que os pombinhos saíram, Vinicius se joga no sofá e liga seu aparelho de som que tinha trazido do internato e pos uma música no último.
- Ei! Tem gente aqui que está querendo dormir, será que dá pra abaixar o volume?
- Acho que não.
Desse jeito não ia dar pra dormir mesmo, deço da cama e vou até a cozinha ver se tem alguma pra coisa comer.Acho um pacote de milhos para pipoca. Pronto, almoço refinado em minutos, agora só falta achar o outros ingredientes para fazer minha fantástica pipoca, açúcar, manteiga e sal. Achado todos, começo a fazê-la.
Terminada, vou para a sala e me sento ao lado de um folgado Vinicius, não é como se houvesse muitas escolhas sobre onde se sentar, só havia um sofá ali.
- Pipoca?
- Não, essa sua pipoca me embrulha o estômago só de ver, como você consegue comer isso aí? Sério, tem manteiga e depois você faz questão de derreter o açúcar e colocar por cima.
- Assim - coloquei uma pipoca encharcada de áçucar e manteiga na boca e a engolo, estava um delicia.
- As vezes me pergunto se você está gravida, com todas essas coisas nojentas que come e nessa quantidade.
- Engraçadinho, mais fácil dizer que é problema da genética.
- Isso quer dizer que você não por aí fazendo certas coisas, né?
- Idiota - taco uma pipoca grudenta em seu cabelo.
A música que estava tocando acabou e passou para uma calma e aos poucos fui adormecendo.
Quando acordei estava encostada no ombro de Adam, ele também estava dormindo e sua cabeça estava em cima da minha, voltei a me aconchegar nele e voltar a dormir. Ele
podia até ser um idiota as vezes, mas mesmo assim era lindo e muito carinhoso quando queria. 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Capítulo 1

Último dia de aula, finalmente, já estava ficando mais louca do que o normal por este evento tão especial. Por pelo menos uma vez em toda minha estada aqui, consegui ser feliz, ir de aula em aula sem reclamar pelo tanto de trabalho e ficar totalmente calma enquanto minha colega de quarto e melhor amiga começa a ficar pulando em cima da cama, fazendo assim tanto barulho, não me deixando dormir. Tudo bem, a parte de estar calma é realmente uma péssima mentira.
Neste final de ano, alugamos uma casa no centro da cidade ao lado que tem um nome esquisito, e iremos passar o natal, ano novo e todas estas festividades que acontecem por lá. Pelo menos nesse ano, ao que parece, vai ser divertido, porque ano passado... Foi uma completa merda, deixamos todo o planejamento por conta dos garotos, fomos parar em um ônibus aos pedaços que quebrou no meio do caminho, em uma cidade deserta. Posso afirmar que foi umas das melhores e piores férias da minha vida, mas nem por isso estou com vontade de repetir a trajetória.
 - Você está me ouvindo? Pelo menos está animada com nossas férias? - Monique me pergunta.
 - Claro, só estou pensando nas férias do ano passado. Será que nesse ano vai ser melhor? Pelo menos deixamos a responsabilidade de alugar a casa para o pai do Vini e não pra ele, mas tenho uma péssima intuição sobre isto.
 - Relaxa, você está muito paranoica pro meu gosto. Respire fundo e pense em todas as lojas de roupas, bijuterias, CDs e livrarias que iremos, e assim terminaremos esta noite rezando para que o cartão de crédito de nossas mães sejam ilimitados...
 - Sua boba!
 - Espera – ela ergueu o dedo indicador – ainda não acabei, continuando, que nessas férias os garotos de repente nos notem e percebam quais são nossas verdadeiras intenções.
 - Isso só conta pra você, não estou gostando do Vini.
 - Seiii... Mas, com aquela casa só pra gente, sei lá, tudo pode acontecer, não é?
 - Sua perva!
Nick começou a gargalhar e a jogar travesseiros em minha cara.
 - Olha que fala! A santidade em pessoa!!
 - Então é assim?
Me juntei a ela e tacamos travesseiros uma na outra, observando que cada vez que o travesseiro acertava alguém nós duas gritávamos. Nossa festinha acabou alguns minutos depois quando a inspetora com cara de São Bernardo nos mandou calar a boca e dormir.
Decidimos que isto seria uma boa ideia, já que teríamos que pegar um ônibus logo de manhãzinha e andar bastante.
Enfim paz.
Era o que eu achava, doces esperanças.
Em meu sonho estava tudo muito escuro, as únicas luzes vinham de pequenas rachaduras no alto das paredes. Parecia um tipo de calabouço, correntes presas aos meus pulsos tilintaram quando tentei me mexer. Um par de olhos amarelos brilhantes me encara do outro lado da cela.
 - É isso o que te espera se continuar a mexer com fogo Ágata, se prepare para as consequências antes que seja tarde demais – a voz era rouca, grossa, masculina.
A cena muda e de repente estou escondida atrás de uma pedra, em algum tipo de gruta, era maravilhosa, mas na minha frente havia um tipo de altar que prendeu minha atenção, sobre ele estava um livro grosso de capa dura, aquele tipo de livro que você só encontra em filmes medievais. Alguém parece estar chegando, me encolho ainda mais em meu esconderijo improvisado, tentando não ser vista e não acabar morta em meu próprio sonho. A figura se aproxima e consigo reconhecê-la. O mesmo homem que já vem assombrando meus sonhos há um ano, aquele por quem tenho estado um pouco fixada ultimamente. Olha diretamente em minha direção, mesmo sem eu nem ter feito barulho algum.
 - Quem é você?
Sinto alguma coisa vibrar e volto à realidade da minha cama, abrindo os olhos para uma exausta e calorosa manhã.

Prólogo

14 de Janeiro de 2011

O começo de minha história pode ser um pouco clichê, a garota revoltada com a mãe, pois ela a pôs em um internato cheio de riquinhos, mas não acontece só isso, longe, muito longe disso parar por aí, minha história pode ficar um tanto conturbada com o passar das páginas, ás vezes tenho de me lembrar que estou falando de mim mesma, que tudo aquilo não foi somente um sonho ou um pesadelo. Vou contar tudo a vocês, como se estivesse vivendo tudo novamente. Começando do começo.

25 de Junho de 2010

Realmente ser a única meio anjo desta escola já esta me dando raiva. Sabe como é ter de se controlar para não socar e, literalmente, quebrar a cara daquelas patricinhas que se acham a melhor coisa que já foi feita na Terra? Bem, deixe-me dizer uma coisa por telepatia para elas: “Vocês são as cretinas mais idiotas do mundo, a beleza e o dinheiro podem te ajudar agora, mas o que vão fazer quando chegar a hora de se especializarem em algo, hein? Nada! Vão ser dependentes do papai pelo resto da vida!”
Desculpem-me pelos meus modos, mas minha mãe não poderia ter me posto em um internato melhor do que este. Eu tentei, e digo novamente, tentei, tento e ainda tentarei que ela me tire deste hospício, já faz cinco anos desde que fui aceita aqui e desde então minha adorável mãe nunca mudou de ideia, acho que isto é um sinal para mudar de tática. Mas apesar de tudo, aqui em Taquara, RS, consegui grandes amigos, amigos que irão durar pela minha vida toda, pelo menos assim espero. Monique é a mais nova de todos nós, ela é a famosa loira de olhos azuis e totalmente delicada e feminina, às vezes me pergunto como nos damos tão bem, Vinícius é um garoto muito bonito, cabelo castanho claro, olhos verdes, corpo perfeito, nem bombado, nem magro ao extremo, é mão de vaca e já teria uma namorada se não fosse por este pequeno problema, também é arrogante e sarcástico, uma perfeita cópia minha, já Sam é tudo que uma garota normal – não estou incluída nesta lista - poderia querer, alto, loiro, bronzeado, corpo sarado e eterno objeto de admiração por parte de Monique e do resto das meninas deste colégio. Entretanto, apesar de ter dois Deuses Gregos como amigos – sendo que um desses Deuses pode ter meu interesse – estou totalmente fixada em um garoto imaginário, fruto de meus loucos e indecifráveis sonhos.
Uma garota meio anjo com certeza tem que ter seus benefícios, não? Eu sou bonita – pelos padrões normais, é claro – meus cabelos negros azulados batem em minha cintura, minha pele é perfeita, meus olhos são enormes e a cor gira em torno de um castanho no começo terminando num verde mais claro ao final. Sou bastante forte e tenho uma incrível resistência, pena que isto não combata minha completa falta de coordenação, mas afinal, nem sempre podemos ter o que queremos.
Estando na adolescência seria esperado de mim escrever uma diário para me abrir com alguém - que seria um caderninho de papel - mas, ao invés disto, estou escrevendo meu próprio livro, minha biografia, que mais tarde vai ser marcada como ficção. Mas é realmente chato pensar em escrever um livro sobre sua vida, quando não acontece nada de interessante nela a ponto de por no papel.